Embora a diferença pareça pouca, acabam por ser 20% a menos de imposto.
Se considerarmos que uma moradia com 150/160 m2 está a ser avaliada por cerca de 100.000 euros, o munícipe alpiarcense pagará 500€, enquanto o mesmo munícipe por uma habitação idêntica com a mesma área em Almeirim pagará “apenas” 400€.
Se a isso juntarmos que, pese embora os esforços que têm sido feitos localmente, Almeirim continua a ser mais atractiva em termos de empregabilidade, não é difícil concluir que quer queiramos quer não Almeirim continua e irá continuar por muitos e longos anos na nossa frente.
Depois um pequeno aparte como Alpiarçoilo: só para dizer que Almeirim continua a aproveitar as ideias que vamos lançando e deixando cair, para as melhorar e tornar como suas.
Reparem caros leitores que até a mini-volta a Portugal em bicicleta, uma clássica organizada por Alpiarça há muitos anos, este ano já foi pescada pelo Moita Flores mercê da inexistência de apoio por parte da nossa autarquia, não tarda mesmo nada que Almeirim a pesque para lá como aconteceu com o Atletismo, a Petanca e outras coisas mais.






6 comentários:
todos sabemos que os almeirantes sempre tiveram maior capacidade de iniciativa do que nós, embora os mais antigos digam que na década de 60 alpiarça estava industrialmente mais avançada. provavelmente foi a compal e a sua localização numa confluência de caminhos que lhe deram projecção. tiveram ainda a sorte de ter à frente da autarquia um homem como alfredo calado que tinha o que queria do mario soares e deu para almeirim dinheiro a rodos. reparem que até há poucos anos atrás apenas tinhamos um balcão bancário em alpiarça, timidamente lá apareceu a cgd e a caixa agrícola e até em numero de caixas multibanco continuamos miseráveis, ao ponto de na parte alta da vila e onde há maior número de habitantes continua a não haver multibanco. caricato da situação é que um dos homens que lançou almeirim na senda da sopa da pedra, o campino, se vinha abastecer de carne a alpiarça, numa motorizada com ceirões...
Obviamente que deixamos perder as nossas coisa para Almeirim. Estou me lembrando da Feira do Melao, todos sabemos Que Alpiarça teve sempre máis produtoures de melao que Almeirim, mas de certo modo nao conseguimos [ou nao queremos]consolidar uma marca de um produto nosso, dai nao compreender a razao de deixarmos "fugir a feira do melao". Tivemos uma qualidade de melao ha uns anos atras "Manuel Antonio" que tambem nao soubemos aproveitar da melhor forma,e dar continuidade a este nosso produto, que hoje tem a marca Melao de Almeirim. A maior quantidade de todo este Melao e´ produzido nos campos de Alpiarça, Chamusca, Vila Franca de Xira, por pessoas de Alpiarça, dai ser um produto de Alpiarça e nao de Almeirim. Vamos assim perdendo aos poucos a nossa entidade, talvez estejamos abrindo caminho para um dia o nosso concelho seja anexado a Almeirim como freguesia. Olhando para a composiçao da nossa Assembleia Municipal constatamos que a maioria nao sao naturais de Alpiarça, dai percebermos toda esta perca de entidade a todos os niveis, principalmente a nivel cultural onde estes Senhores tentam esquecer a populaçao que existe uma estatua paga de um CAVADOR que ninguem reivindica a sua colocaçao.De certo modo e´ ofender um povo, penso na urgencia de um abaixo assinado para forçar a sua colocaçao.
Já há muito que não lia uma analise tão superficial:
1 - Quanto custa um apartamento em Alpiarça e quanto custa um apartamento com a mesma área e acabamentos em Almeirim ?
2 - A distancia nos dias que correm é perfeitamente desprezavel. 6 km de distancia que demoram 5 minutos a percorrer não são obviamente desmotivadoras da fixação de residencia em Alpiarça.
Preocupem-se é com a falta de infraestruturas na nossa terra e deixem de ser mesquinhos com a treta de 0,1% de IMI que no computo geral do orçamento familiar de uma familia alpiarcense vs. familia almeirante, pouco pesam.
Escrevam coisas interessantes, para variar !
Caro anónimo (20/9/07 03:37):
A análise até pode ser superficial, então diga-me porque é que o Dr. Rosa do Céu está insistindo com o avaliador das finanças para baixar o preço das avaliações?
Quanto ao escrever coisas de interesse para variar, porque não pega você no teclado e escreve aqui no Rotundas? Se há textos publicados de Zens e Che-Guevaras... Você que até é doutor ou bacharel concerteza que teria aqui uma voz activa. TENHO DITO!
O executivo da Câmara de Alcanena aprovou por unanimidade, na última reunião, manter inalteradas as taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis em respectivamente 0,7 por cento para prédios urbanos avaliados pelo código do IMI e 0,4 por cento para prédios urbanos não avaliados. Recorde-se que as taxas máximas que podem ser praticadas pelos municípios são de, respectivamente, 0,8 e 0,5 por cento.
Um dia, tenham uma conversa a propósito do IMI e IMT com certos responsáveis da nossa Cãmara e ficarão a saber de que afinal, desse dinheiro recebido pelas Finanças relativamente a estes impostos,apenas uma pequena parte,vai parar aos cofres da Autarquia.
Não consigo perceber então, a razão pela qual nos Avisos-Recibo emitidos pela Repartição de Finanças está escrito:
"Este imposto é receita do Município identificado neste documento e a taxa,bem como a majoração/minoração,aplicada a prédios urbanos foi fixada por deliberação da respectiva Assembleia Municipal..."
Será que o Serviço Finanças serve aqui,como "Cobrador do Fraque" retirando iguais dividendos pela "boa cobrança", dando apenas umas migalhas aos Municípios?
Gostaríamos que alguém entendido na matéria,nos explicasse,como se fossemos muito burros,de modo a não restar qualquer dúvida.
Os munícipes agradecem.
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